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Coluna Ponto a Ponto: SPUTINIKANDO – Por prof. Carlos Silva

Professor Carlos Silva
Professor Carlos Silva

A COVID-19

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou, em 30 de janeiro de 2020, que o surto da doença causada pelo novo coronavírus (COVID-19) constitui uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional – o mais alto nível de alerta da Organização, conforme previsto no Regulamento Sanitário Internacional. Em 11 de março de 2020, a COVID-19 foi caracterizada pela OMS como uma pandemia, que contaminou em julho de 2020, 14.765.256 casos da Covid-19. Segundo a OMS – Organização Mundial da Saúde, atualmente existem pelo menos 165 vacinas contra a covid-19 que estão sendo desenvolvidas, no mundo. Há uma expectativa universal de que todo mundo quer saber quando uma delas vai ficar pronta para que os países possam finalmente deixar de sofrer com essa Pandemia. Entre os mais de 20 países envolvidos para o desenvolvimento da respectiva vacina, a Rússia parece querer chegar na frente nessa corrida. O presidente russo, Vladimir Putin, anunciou que foi feito o registro que confirma a aprovação de uma vacina desenvolvida no país e que pretende começar a vacinação em massa, já no mês de outubro.

DÚVIDA FABRICADA

Todavia, a imprensa mundial levantaram dúvidas sobre a vacina Russa, no entanto em questão de tecnologia Rússia possui referências que lhes dá autoridade para transferir verdade sobre o desenvolvimento mais rápido da vacina contra o coronavírus. Basta observar a história da guerra espacial, na época da chamada guerra fria. O Sputnik 1 foi o primeiro satélite artificial da Terra. Foi lançado pela União Soviética no ano de 1957 na Unidade de teste de foguetes da União Soviética atualmente. O Sputnik 1, era uma esfera de aproximadamente 58,5 cm e pesando 83,6 kg. Sua função básica era transmitir um sinal de rádio, “beep”, que podia ser Apesar das funcionalidades reduzidas do satélite, o Sputnik 1 ajudou a identificar as camadas da alta atmosfera terrestre através das mudanças de órbita do satélite.

KNOW HOW

Em 1967 a Rússia envia ao espaço a primeira nave tripulada, levando o cosmonauta Iuri Gargarin, só em 1969 é que os Estados Unidos lança uma nave tripulada, a chamada Apollo 11. A o contrário dos EUA, a Rússia não trabalhou um marketing mundial, exposto até em vários filmes, induzindo a população de vários países e principalmente o Brasil a acreditar que foi USA que primeiro lançou tal feito. Muitas pessoas e a imprensa americana colocaram dúvidas a respeito da capacidade da Rússia de chegar à vacina antes da China, do Reino Unido e dos EUA. Todavia, A Rússia herdou da União Soviética o maior centro de pesquisas de guerra biológica do mundo. Eles temiam ataques biológicos desde os anos 1920, ao final da Revolução, e começaram a pesquisar antídotos.

No tempo da Guerra Fria isso cresceu, perdeu um pouco a importância depois do fim da URSS, mas a Rússia não descartou suas pesquisas e cepas biológicas. Eles têm culturas preservadas até de doenças erradicadas. Ao chegar ao poder, Putin voltou a investir no centro de pesquisas Vector, que hoje é o maior do mundo. Se há um lugar capaz de descobrir uma vacina rapidamente, é lá, pois esta é a função dos cientistas especializados que trabalham no Instituto Vector. Como se trata de uma instalação militar, dificilmente irão divulgar dados da pesquisa, mas pela experiência deles, eu particularmente aposto na vacina Rússia, que diferente dos Estados Unidos, não alardeia seus feitos politiqueiramente.

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Referências: Wikipédia – bbc.com

 

Sobre o autor:

Carlos Silva é Professor, Palestrante, cientista social, com graduação em Sociologia-UFPE, com especialização em Matriz agroecológica e Biossegurança, casado, residente em Caruaru-PE, autor de o livro O Despertar de Pangeia e comentarista social, como colaborador da Rádio Cultura do Nordeste no Programa Cultura Informa.

 

 

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