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Clube do Filme entrevista Edson Santos, “O criador” – Por Mary Queiroz

 

ENTREVISTA COM EDSON SANTOS, IDEALIZADOR DO PROGRAMA CLUBE DO FILME.

Clube do Filme - EDSON SANTOS
Clube do Filme – EDSON SANTOS

O RÁDIO NO CINEMA, O CINEMA NO RÁDIO!

O Radialista, Crítico de Cinema e Apresentador do Programa Clube do Filme, aos sábados 13h pela Rádio Cultura do Nordeste de Caruaru, fala um pouco de sua experiência no rádio, sua paixão pelo cinema e como surgiu a ideia de criar o Programa Clube do Filme. Confira o bate-papo abaixo.

MARY QUEIROZ – Como surgiu essa paixão pelo cinema?

EDSON SANTOS – Desde criança, quando fui assistir com minha família ao filme “Um Caipira em Bariloche”, com Mazzaropi, no Cine Moderno, em Recife, nos anos 70’. Eu já gostava de assistir filmes na tv, mas ao entrar pela primeira vez numa sala, fiquei encantado com a magia do que vi. E mais encantado fiquei ao ver aquela tela branca enorme na minha frente, coberta por cortinas vermelhas que se abriam mostrando onde o filme seria exibido. A surpresa maior foi quando o projetor começou a passar o filme, e eu curioso, perguntava ao meu pai o que era aquela luz forte saindo dos buraquinhos da parede, e ele explicava o que era, e em seguida, mandou ficar calado para ver o filme. Uma experiência realmente inesquecível.

MARY QUEIROZ – E o rádio, como entrou em sua vida?

EDSON SANTOS – Meio que por acaso. Trabalhei por 9 anos no comércio de peças de automóveis, mas não me sentia satisfeito. Um dia, ouvindo a Rádio Cidade em Recife, eles estavam precisando de Redatores Free Lancer para escrever textos de humor no programa Giração Cidade. Fui, fiz o teste, passei. Foram 4 anos ao lado de feras como Adriano Roberto, Quinho Ventura, Edinho Magalhães, Clayton “Banana” Collins e outros tantos grandes nomes do rádio recifense. Depois deste tempo, a Rádio Antena 1 FM abriu, estava contratando pessoas com carteira assinada, fui, me inscrevi, fiz testes, passei. Foram cerca de 8 anos trabalhando com uma das melhores equipes do rádio: Claudir Fanelli (Diretor Comercial: um Gênio nesta área), Ney Tavares (Diretor Artístico: uma das pessoas mais incríveis que conheci. Aprendi muito com ele), Cibele Araújo (Locutora), Claudio Simões (Locutor), Luciano Cavalcanti (Locutor: uma figura humana sem igual, entendia muito sobre MPB, devo à ele meu apurado gosto musical por música de qualidade. Infelizmente, faleceu hà pouco de mais de 4 anos), Iran Santos (Locutor, um dos grandes amigos que até hoje mantenho contato), André Oliveira (Operador de Àudio: um garoto genial no faz. Era incrível a produção deste garoto, com os recursos da época. Esse nasceu com o Dom)…há, tem tanta gente bacana, vou cometer o erro de não lembrar de todos. Sem dúvida, uma equipe fantástica.

MARY QUEIROZ – E o programa de Cinema no Rádio, como surgiu esta ideia tão fantástica?

EDSON SANTOS – Sendo Cinema minha primeira paixão, e o Rádio minha segunda, unir esses dois, foi fácil. Ao longo do período em que estive na Rádio Antena 1, produzimos programas como CINE ANTENA 1, Cine Dicas Antena. Já no rádio AM, produzi e apresentei o programa Cine Jovem Cap, na extinta Rádio Jovem Cap, uma das pioneiras na capital pernambucana. O mais incrível era ver um programa deste porte, fazer sucesso numa rádio AM.

MARY QUEIROZ – Em Caruaru, como aconteceu a chegada desse projeto?

EDSON SANTOS – Após a venda da concessão da Rádio Antena 1 FM para a Igreja Universal do Reino de Deus, isso em meados dos anos 80, começo dos anos 90, a Igreja vinha ganhando força nesse período, a equipe da rádio foi demitida, e eu voltei para o trabalho no comércio. Parece brincadeira, mas com 2 anos de firma, a mesma fechou suas portas, e lá estava eu desempregado de novo. Foi aí que resolvi vir para Caruaru com uma ideia: criar um programa de cinema no Rádio desta cidade. Primeiro, fiz uma exposição de cartazes antigos e contemporâneos na antiga Casa de Farinha, atualmente transformada em um museu, no centro da cidade. Logo em seguida, exibi filmes gratuitos no Caruaru Shopping, época essa a qual não existiam cinemas no estabelecimento. Foi uma semana de exibição, e um sucesso de público. Depois, com o projeto do programa CLUBE DO FILME embaixo do braço, fui ás portas das emissoras locais apresentar a ideia. Nenhuma das emissoras quis abraçar a ideia. Até que um Operador de Áudio da Rádio Liberdade me indicou procurar a Rádio Cultura, na pessoa do Almeida Júnior. Fui até lá, meio desmotivado diante de tanto não. O Almeida Jr. me recebeu com aquela calma e seriedade peculiar dele. Ouviu minha proposta. Ficou com projeto e pediu um tempo. Na semana seguinte, ele me chamou, comprou a ideia e 15 dias depois o CLUBE DO FILME estreava no sábado, como um seguimento do programa RC SHOW, o qual tinha como mote tocar músicas de Roberto Carlos. Bom, ao apresentar o programa pela primeira vez, uma enxurrada de telefonemas pipocaram no estúdio, ouvintes achando interessante a ideia, parabenizando a rádio pela iniciativa e dando sugestões de pautas. Estava dado o pontapé do PROJETO RÁDIO NO CINEMA, O CINEMA NO RÁDIO.

MARY QUEIROZ – Há quanto tempo o programa está no ar, e quais seus principais destaques ao longo do tempo?

EDSON SANTOS – Ao todo, estamos no ar há cerca de 20 ANOS, entre Rádio Cultura e Rádio Caruaru FM. Meu maior orgulho foi poder realizar os 3 ENCONTROS DE CINÉFILOS DE CARUARU, nas salas de cinema. O primeiro encontro, falamos sobre O CINEMA: DOS IRMÃOS LUMIÉRE AOS DIAS ATUAIS. Uma verdadeira história sobre a Sétima Arte, com edições de vídeo exibidas na tela; o segundo, foi: O CINEMA NACIONAL, onde traçamos um perfil do cinema brasileiro, falando das produções pernambucanas dos anos 30, ainda no cinema mudo, o surgimento das primeiras produções brasileiras, os ciclos do nosso cinema: As Chanchadas, O Cinema Novo, As Pornô-Chanchadas, Cinema Marginal, Cinema da Boca do Lixo, até o Cinema da Retomada, com o filme “Carlota Joaquina: Princesa do Brasil”, de Carla Camurati; o terceiro encontro, foi sobre GRANDES DIRETORES, GRANDES FILMES. Falamos sobre Glauber Rocha, Akira Kurosawa, Charles Chaplin, Steven Spielberg, Orson Welles, e tantos outros. Uma das grandes realizações do Clube do Filme, foi, no período de 4 anos em que Caruaru ficou sem cinema, nós criamos o evento: “CINEMA AÍ VOU EU!”, onde sorteávamos 20 ouvintes e os levávamos em uma van fretada para assistir um bom filme nos cinemas dos Shoppings em Recife. Esse período foi muito marcante, pois ninguém jamais havia feito algo deste nível. Agradeço imensamente aos meus parceiros de programa na época: Filipe Camêlo e Lúcio Luiz, os quais juntos, fizemos muito pelo cinema nesta cidade. Minha gratidão eterna à esses dois grandes parceiros e amigos.

MARY QUEIROZ – Para finalizar, que mensagem você poderia nos dar sobre a Sétima Arte?

EDSON SANTOS – Antes de encerrar, preciso agradecer imensamente à Mary Queiroz, que nos últimos 4 anos vem sendo minha companheira na apresentação do programa, na Rádio Cultura. Sem dúvida, com sua presença, ganhamos novo fôlego, a dobradinha do casal vem dando muito certo, e você, Mary, tem se saído muito bem nessa parceria. Muito obrigado, mesmo, de coração. Bem, sobre a Sétima Arte, o que posso dizer? Hoje, diante de tanta tecnologia, internet, Facebook, Instagram, enfim, todas as facilidades da informação, ficou extremamente fácil falar e ver cinema. Mas é preciso sempre compreendermos a necessidade de olharmos para trás, e podermos enxergarmos o ponto de partida para chegar até aqui. Os pioneiros do cinema, os visionários, os “loucos” pois sem eles, jamais estaríamos aqui. É preciso reverenciar sempre essas grandes mentes criativas, que mesmo sem nenhum recurso tecnológico, criaram esses recursos. Afinal, a história nada mais é, do que se contar de onde viemos, onde estamos e para onde vamos. De minha parte, tenho certeza de meu dever cumprido nessa trajetória. Qualquer evento, qualquer programa de cinema que surgir, sem sombra de dúvida colheu do plantio feito pelo CLUBE DO FILME, ao longo desses anos. Espero que esse seja meu legado. Muito obrigado à todos que comigo, fizeram, fazem e continuarão fazendo a História da Sétima Arte em Caruaru.

Tenet

Perfeito e realista, amplifica a tensão do espectador através da sua trilha sonora estrondosa.

Classificar um filme de Christopher Nolan como melhor que outro, é uma tarefa vai muito além de técnica e conhecimento. São questões pessoais que me faz construir uma relação subjetiva e mais íntima com determinados filmes de Nolan, e são justamente esses pontos que garantem a Batman Begins (2005), Batman: O Cavaleiro das Trevas (2008) e Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge (2012), a primeira posição em uma lista dos melhores filmes dele. Acredito que, somente dessa forma, reconhecendo a impossibilidade de ser objetiva, que consigo ser sincera de fato. Outros tantos, cito aqui, como menções honrosas, Dunkirk (2017), A Origem (2010) e Interestelar (2014). Sabendo que poderiam estar na lista principal, e, claro, porque estou ciente de que a avaliação de uma arte, está sempre ligada à identificação, o que é particular e intransferível, principalmente quando temos um diretor que possui uma capacidade tão peculiar e aguçada em simplificar obras complexas, com conceitos tão simples e agradáveis para quem as assiste.

O mesmo acontece com Tenet, um deleite técnico, que reúne muitos elementos e boa parte das ideias já visto em outras obras, como tempo, espaço, ilusão, mistério e física. Utilizando a inversão de situações e objetos, mais uma vez, ele consegue apresentar uma proposta de entretenimento bastante prazerosa para o espectador. No filme, temos o Protagonista, um agente secreto (John David Washington) que se envolve em uma caçada por artefatos escondidos que, reunidos e em mãos erradas, podem destruir o mundo. Contando com a ajuda do parceiro Neil (Robert Pattinson), outro agente da mesma ordem, o espião investiga o perigoso contrabandista de armas Andrei Sator (Kenneth Branagh), e consequentemente utiliza a ajuda da misteriosa esposa Katherine (Elizabeth Debicki), para entrar em contato com Andrei e seus planos terroristas.

Descrever o que é a experiência de se assistir Tenet é uma tarefa bastante complicada, e não é exagero dizer que as quase três horas, passaram como se fossem 15 minutos. Nolan apresenta o melhor filme de ação do ano, a melhor ficção científica e o melhor uso de efeitos práticos. Na ação, o filme é a soma de bons planos-sequência, extremamente tensos, com alguns diálogos e uma trilha sonora potente, onde sugere a adrenalina necessária para um filme de espionagem, com batidas cheias de tensão, que contrastam com o refrão melódico. Ludwig Göransson, premiado no Oscar pelo trabalho desenvolvido em Pantera Negra, compôs todas as faixas, e seu talento aqui é muito bem vindo. Não imagino este filme com outra trilha.

Nolan, também escreveu o roteiro, e como ele prometeu no material de divulgação, ao falar “Tenet é uma história clássica de espionagem, cresci adorando filmes de espionagem. Mas para tocar o público de hoje, para que eu realmente me envolvesse, eu queria que ele tivesse maiores possibilidades”. E, ele nos entrega exatamente isso, uma história simples e básica, mas visceral, envolvendo uma trama recheada de espionagem, ameaça global e outras possibilidades com a inversão do tempo. Contada por meio de longas tomadas, algumas sem corte, com aquele brilhantismo técnico, próprio do jeito Nolan de se fazer filme. Nas atuações, não esperamos um desenvolvimento detalhado de cada personagem, pois suas personalidades são estabelecidas na primeira cena de ação na Ópera. Nela sentimos que a capacidade de cada personagem vai além, principalmente do Protagonista. Com a ajuda de diálogos espertamente escritos, alguns usados para explicar ao espectador como funciona a inversão. E outros um tanto descontraídos para não deixar a trama cansativa. Mas todo o foco, se encontra na inversão e eles não perdem nem um segundo tentando estabelecer um desenvolvimento mais completo sobre cada personagem, até porque são misteriosos, como é o caso do Protagonista (John David Washington) e Neil (Robert Pattinson). É o espectador quem vai construindo aos poucos, de acordo com sua percepção, o que cada um pode representar naquela narrativa e como uma boa ficção científica, o diretor nos presenteia, com um trabalho fortemente alinhado na realidade, que em determinados momentos funciona quase como uma boa aula de física. Utilizando breves conversas expositivas até certo ponto, mas orgânicas a todo o momento, para nos explicar como toda inversão funcionará e qual a causa que possibilita tal inversão dos acontecimentos, oferecendo a possibilidade que o tempo se esgota e vemos este conceito em quatro importantes cenas de ação. A primeira da Ópera, a segunda envolve um avião, na terceira com caminhões e vários carros numa cena magnífica de ver, e a quarta, no ápice do filme, lembrando que são nelas que o público fica atordoado com a proposta de inversão oferecida por Nolan. Todas elas são perfeitas, amplificando a tensão do espectador através da trilha sonora estrondosa.

Tebet
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E, para realizar tudo isso, claro, há uma forte influencia dos efeitos práticos. Nada parece falso, exagerado ou menos da maneira como o diretor deveria usá-los para contar uma boa história de espionagem. Cada cena de destruição, transmite veracidade nos detalhes. Ao introduzir o vilão perigoso e contrabandista de armas Andrei Sator (Kenneth Branagh), chantageando a misteriosa esposa Katherine (Elizabeth Debicki), a narrativa consegue uma amplitude enorme, mesmo apresentando-os de forma limitada. Ela, como vítima e mãe torturada, a ação não deixa de ser perfeitamente crível por um segundo sequer. A química entre ela, o vilão e o Protagonista, flui eficientemente, isso porque a natureza dos papéis deles é muito diferente da dela, mas são participações simbólicas e autoconscientes, novamente graças ao roteiro esperto que sabe brincar com os próprios atores.

É difícil concluir uma crítica sobre um filme que nos impressiona profundamente em todos os níveis. Tenet é uma obra-prima de ação que eleva o uso dos efeitos práticos a um ou dois níveis acima do que vemos por aí. Se o preço que tivermos que pagar para que Christopher Nolan produza mais uma obra desse gabarito, for ir ao cinema assistir mais uma vez em tempo de pandemia, que assim seja, afinal o filme teve um orçamento de US$ 225 milhões de dólares, tornando-se o filme mais caro da carreira do diretor, e até agora, só ultrapassou US$ 300 milhões de bilheteria mundial.

No fim, a gente sai do cinema com uma sensação cada vez mais rara de se ter em tempos de pandemia, com aquela sensação gostosa de ter visto algo diferente, com um fator impactante gigantesco, daqueles que nos fazem ter vontade de ver tudo novamente, por mais que saibamos que a sensação pode não se repetir em sua plenitude, mas com Tenet, duvido muito, afinal mergulhamos de tal maneira no filme que, só acreditamos que tinha acabado quando os créditos começam a rolar.

PROGRAMA CLUBE DO FILME

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No programa Clube do Filme deste sábado, às 13h pela Rádio Cultura do Nordeste 96,5 FM/1130 AM, apresentado Edson Santos e Mary Queiroz, continua à saga 007, com o tema “ÀS GRANDES MÚSICAS DE JAMES BOND – PARTE II”. Um mergulho nas mais belas canções feitas especialmente para os filmes desse personagem. Nos estúdios da Rádio a presença de Bento Gomes e Zenaldo Nunes.

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ESTREIAS DA SEMANA

O 3º ANDAR – TERROR NA RUA MALASAÑA

“O 3º Andar – Terror na Rua Malasaña” (Malasaña 32) é o novo filme de terror dirigido pelo espanhol Albert Pintó, que também assina a direção de produções como: “Matando Deus” e “RIP”. No seu novo trabalho, com estreia agendada para 26 de março, o bairro Malasaña, em Madri, serve de palco para acontecimentos sobrenaturais.

O longa conta a história de uma família que se muda para sua nova casa, no 3º andar de um prédio, e enfrenta situações inesperadas e incompreensíveis, que são potencializadas pelo desaparecimento de um filho. Com distribuição nacional Paris Filmes, o terror apresenta uma narrativa cujos sentidos são sempre explorados. O que era apenas um sentimento familiar começa a se materializar em fenômenos que não podem ser explicados, apesar de serem vistos e vividos. O filme narra que Manolo e Candela se estabelecem no bairro Malasaña, em Madri, com seus três filhos e o avô Fermín. Eles deixam sua cidade natal para trás em busca da prosperidade que parece ser oferecida na capital de um país em plena transição. Mas há algo que a família Olmedo não sabe: no apartamento do 3º andar em que os integrantes vão morar, eles não estão sozinhos.

JOVENS BRUXAS: NOVA IRMANDADE

Uma produção da Blumhouse, “Jovens Bruxas: Nova Irmandade”, o filme funcionará como um soft reboot, sendo uma nova versão da mesma história, mas ainda mantendo ligações com o original de 96.

A nova versão acompanha a jovem Hannah (Cailee Spaeny), que se muda para uma nova cidade com sua mãe (Michelle Monaghan). As coisas mudam quando um acidente com Hannah faz com que ela seja abordada por três colegas de classe que oferecem a ela amizade e magia.
O elenco conta ainda com David Duchovny, Gideon Adlon, Lovie Simone e Zoey Luna. O filme é dirigido e escrito por Zoe Lister-Jones (“Band Aid”).

PROGRAMAÇÃO DO CENTERPLEX CINEMAS / CARUARU

SALA 01

– A ILHA DA FANTASIA DUB (COLUMBIA)

  • TERROR – Dublado – 14 Anos – Duração: 110min.
  • Qui., Seg., Ter., Qua.: 17h00 – 19h45
  • Sex., Sáb., Dom., Feriado: 17h00

– O 3º ANDAR – TERROR NA RUA MALASANA DUB (PARIS FILMES)

  • TERROR – Dublado – 14 Anos – Duração: 106min.
  • Sex., Sáb., Dom., Feriado: 19h45

SALA 02

– JOVENS BRUXAS: NOVA IRMANDADE DUB (COLUMBIA)

  • TERROR – Dublado – 12 Anos – Duração: 100min.
  • Qui., Sex., Seg., Ter., Qua.: 17h30 – 20h00
  • Sáb., Dom., Feriado: 15h00 – 17h30 – 20h00

SALA 03

– SCOOBY O FILME DUB (WARNER BROS)

  • ANIMAÇÃO – Dublado – Livre – Duração: 95min.
  • Qui., Sex., Ter., Qua.: 18h00 – 20h30
  • Sáb., Dom., Seg., Feriado: 15h30 – 18h00 – 20h30

CARUARU 04

– TENET DUB (WARNER BROS)

  • AÇÃO – Dublado – 12 Anos – Duração: 150min.
  • Qui., Sex., Ter., Qua.: 16h00 – 19h30
  • Sáb., Dom., Seg., Feriado: 16h00 – 19h30
Sobre o autor

Mary Queiroz é radialista e cinéfila, apresenta o Programa Clube do Filme, todos os sábados a partir das 13h, junto com o radialista Edson Santos pela Rádio Cultura do Nordeste 96,5 FM. Sugestões: [email protected]

 

1 comentário
  1. Betto Moura Diz

    20 anos de história bem servido.

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