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#RAP: “Só pago O Que Me Cabe” faz uma crítica à gordofobia na indústria da moda.

Com beats de Rentz e lançamento da UZZN recods, Jupi77er e Sara Donato falam sobre novos criadores de moda que vão muito além do padrão eurocentrado.

Rap Plus Size

São Paulo, fevereiro de 2021 – Rap Plus Size, duo formado por Jupi77er e Sara Donato, lança o clipe de “Só Pago O Que Me Cabe”, single lançado no fim do ano passado. Em parceria com a UZZN records e produção musical de Rentz Beats, questiona os padrões de beleza e a gordofobia na indústria da moda e deixa claro que há mercado para o plus size, além de novos criadores descentralizados que atendem às suas necessidades.

“Esse som fala sobre a indústria da moda e o quanto ela afeta pessoas gordas. Nós temos dinheiro para pagar roupas que nos vestem bem e vamos pagar por roupas que nos servem, não para essas grifes que não têm nossos tamanhos”, explica Jupi77er.

Assista “Só Pago O Que Me Cabe”:

SOBRE RAP PLUS SIZE

Rap Plus Size, formado por Sara Donato e Jupi77er, é um duo de Rap, Hip Hop e Funk que, desde 2016, se juntou na música como forma de expressão para combater a gordofobia, o machismo, o racismo, a LGBTfobia e todo tipo de opressão. No início, deveria ser apenas um projeto paralelo à carreira de Sara e Jupi77er, porém após o lançamento do primeiro álbum, homônimo, o projeto se solidificou em grupo de RAP, realizando inúmeras apresentações e diversas parcerias musicais que levaram a dupla ao grande destaque da cena do RAP nacional. Em 2018 firmaram parceria com a festa Toda Grandona, uma festa para empoderamento gordo com foco no body positive e criaram a música de mesmo nome da festa, que viralizou nas redes sociais. trazendo enorme visibilidade não só para a festa, mas para a causa principal do Rap Plus Size, de empoderamento e desconstrução do padrão de beleza. Em 2019, Rap Plus Size trabalha no novo álbum: “A Grandiosa Imersão em Busca do Novo Mundo” e viaja o Brasil levando sua arte e sua militância em prol do empoderamento de corpos dissidentes desconstruindo os padrões de beleza e cobrando respeito, empatia e diversidade no RAP e na música brasileira.

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