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Tecnologia da Informação: Componentes genéricos de sistemas – Por João Luís

João Luis Gregório e Silva
João Luis Gregório e Silva

Vamos continuar sobre as teorias de sistemas. Uma abordagem dos tipos e conceitos técnicos. Boa leitura amigos do Jornal de Caruaru.

Um sistema de informação é essencialmente composto por cinco componentes. São eles: hardware, software, banco de dados, rede e pessoas.

Estes cinco componentes integram-se para executar entrada, processo, saída, feedback e controle.

O Hardware consiste em dispositivo de entrada/saída, processador, sistema operacional e dispositivos de mídia.

O software consiste em vários programas e procedimentos.

Banco de dados consiste em dados organizados na estrutura necessária.

Rede consiste em hubs, mídia de comunicação e dispositivos de rede.

As pessoas consistem em operadores de dispositivos, administradores de rede e especialistas em sistemas.

O processamento de informações consiste em entrada; processo de dados, armazenamento de dados, saída e controle.

Durante o estágio de entrada, as instruções de dados são fornecidas aos sistemas que, durante o estágio do processo, são trabalhados por programas de software e outras consultas.

Durante o estágio de saída, os dados são apresentados em formato estruturado e relatórios.

Em qualquer organização, o sistema de informação pode ser classificado com base no uso da informação.

Portanto, um sistema de informação em uma organização pode ser dividido em sistema de suporte a operações e sistema de suporte a gerenciamento.

Sistema de suporte de operações – Numa organização, a entrada de dados é feita pelo usuário final, que é processado para gerar produtos de informação, ou seja, relatórios, que são utilizados por usuários internos e externos.

Tal sistema é chamado sistema de suporte de operação. O objetivo do sistema de suporte à operação é facilitar a transação comercial, controlar a produção, apoiar a comunicação interna e externa e atualizar o banco de dados central da organização.

O sistema de suporte de operações é dividido em um sistema de processamento de transações, sistema de controle de processamento e sistema de colaboração empresarial.

Sistema de Processamento de Transação (TPS) – Na organização de manufatura, existem vários tipos de transações entre departamentos. Departamentos organizacionais típicos são Vendas, Conta, Finanças, Fábrica, Engenharia, Recursos Humanos e Marketing. Em qual transação seguinte pode ocorrer ordem do cliente, retorno de vendas, recebimentos de caixa, vendas a crédito; recibos de crédito, contabilidade de material, gestão de estoque, contabilidade de depreciação, etc.

Essas transações podem ser categorizadas em processamento de transação em lote, processamento de transação única e processamento de transações em tempo real.

Sistema de Controle de Processos – Numa organização de manufatura, certas decisões são tomadas por um sistema de computador sem qualquer intervenção manual.

Nesse tipo de sistema, informações críticas são alimentadas ao sistema em tempo real, permitindo o controle do processo. Esse tipo de sistema é chamado de sistema de controle de processo.

Sistema de Colaboração Empresarial – Nos últimos tempos, há mais ênfase no esforço da equipe ou na colaboração entre diferentes equipes funcionais.

Um sistema que permite o esforço colaborativo, melhorando a comunicação e o compartilhamento de dados, é chamado de sistema de colaboração empresarial.
Uma dos sistemas reconhecidos nesse tipo é o Mantis Bug Tracker. Podemos obter informações sobre esse sistema no site www.mantisbt.org.

Sistema de Suporte à Gestão – Os gerentes exigem informações precisas em um formato específico para tomar uma decisão organizacional. Um sistema que facilita um processo decisório eficiente para os gerentes são chamados de sistemas de suporte gerencial.

Os sistemas de apoio à gestão são essencialmente categorizados como sistema de informação de gestão, sistema de apoio à decisão, sistema especialista e sistema de informação contabilística.

Os sistemas de informações gerenciais fornecem informações ao gerente, facilitando o processo de tomada de decisão de rotina.

O sistema de suporte à decisão fornece informações ao gerente, facilitando a solução específica relacionada ao problema.

Importação de energia – Wilkerson e Paul pesquisaram na literatura o que caracterizaria um sistema como tal e quais as propriedades mais frequentemente apontadas. Produziram, então, uma relação do conjunto de propriedades ou características que sistemas deveriam ter. Katz e Kahn, bem como vários outros autores, apontam algumas características comuns aos chamados sistemas abertos, os quais vão ser expostos logo abaixo.

Importação de energia – Sistemas abertos precisam importar algum tipo de energia do ambiente. Assim sendo, as organizações sociais precisam também extrair energia, seja de outras organizações, pessoas ou do ambiente material/físico que as cerca – nenhuma estrutura social é autossuficiente e autônoma.

Transformação – Para executar algum tipo de trabalho, sistemas abertos transformam a energia que têm à sua disposição. Organizações criam novos produtos, elaboram matérias-primas, treinam pessoas ou proporcionam serviços – todas estas atividades acarretam reorganização de insumos.

Produto – O produto dos sistemas abertos é exportado para o meio ambiente, quer como uma produção intelectual, quer como artefato.

Sistemas como ciclos de eventos – As atividades geradas pelo intercâmbio de energia têm um padrão de caráter cíclico: o que é exportado para o ambiente proporciona energia para a repetição do ciclo de atividades.

Entropia negativa – Segundo vários autores, para tentar opor-se ao processo entrópico (condição necessária à sobrevivência), sistemas devem adquirir entropia negativa ou neguentropia. A entropia é uma lei universal da natureza que estabelece que todas as formas de organização tendem à desordem ou à morte.

O sistema aberto, por importar mais energia do ambiente do que necessita, pode, através desse mecanismo, adquirir entropia negativa.

Há, então, nos sistemas abertos, uma tendência geral para tornar máxima a relação energia importada/energia exportada, visando à sobrevivência, mesmo em tempo de crise e, inclusive, para sobrevida maior que a prevista.

É correto assinalar que Katz e Kahn veem o processo de entropia em todos os sistemas biológicos e nos sistemas fechados, ressaltando, no entanto, que os sistemas sociais não estão sujeitos aos rigores das mesmas constantes físicas que os sistemas biológicos, podendo opor-se quase indefinidamente ao processo entrópico. No entanto, afirmam eles: “O número de organizações que deixam de existir todos os anos é enorme.”

Insumo de informação com realimentação negativa e processo de codificação Além dos insumos energéticos que se transformam ou se alteram para realizar um trabalho, sistemas incluem, também, insumos informativos que proporcionam à estrutura sinais acerca do ambiente e de seu próprio funcionamento. A realimentação negativa é o tipo mais simples de insumo de informação encontrado em todos os sistemas.

Tal realimentação ajuda o sistema a corrigir desvios de direção.

Os mecanismos de uma máquina, por exemplo, enviam informação sobre os efeitos de suas operações para algum mecanismo central ou subsistema que, por sua vez, age com base nesta informação para manter o sistema na direção desejada.

O termostato é um exemplo de um mecanismo regulador baseado na realimentação negativa.

Estado estável e homeostase dinâmica – O mecanismo de importação de energia, para tentar fazer oposição à entropia, acarreta uma troca energética, caracterizando um estado estável nos sistemas abertos. Tal estado não significa imobilidade, nem equilíbrio verdadeiro.

Existe um fluxo contínuo de energia do ambiente externo para o sistema e uma exportação contínua de energia do sistema para o ambiente, estabelecendo, assim, uma proporção de trocas e relações que permanece igual, isto é, constante e equilibrada. Embora a tendência à estabilidade na sua forma mais simples seja homeostática, como a manutenção da temperatura constante do corpo, o princípio básico é a preservação do caráter do sistema.

Miller sustenta que a taxa de crescimento de um sistema, dentro de certos limites, é exponencial, se este sistema existir em um meio que torne disponíveis, para insumo, quantidades ilimitadas de energia.

Assim, o estado estável, em um nível mais simples, é o da homeostase através do tempo.

Em níveis mais complexos, converte-se em um estado de preservação do caráter do sistema, que cresce e se expande através da importação de maior quantidade de energia do que a necessária.

Sistemas abertos ou vivos têm, então, uma dinâmica de crescimento, através da qual levam ao limite máximo sua natureza básica.

Eles reagem às mudanças ou as antecipam através do crescimento por assimilação de novos insumos energéticos.

Diferenciação – Sistemas abertos tendem à diferenciação e elaboração. Padrões globais difusos são substituídos por funções mais especializadas.

Equifinalidade – Von Bertallanffy sugeriu esse princípio como característico de sistemas abertos e estabeleceu que “um sistema pode alcançar o mesmo estado final a partir de diferentes condições iniciais e por caminhos distintos”.

Cabe ressaltar que o teor de equifinalidade pode reduzir-se à medida que os sistemas abertos desenvolvem mecanismos reguladores do controle
de suas operações.

A questão da entropia, da desordem, é abordada por Afanasiev no contexto dos sistemas autogovernados: o processo de direção é a ordenação do sistema.

Na visão de Von Bertalanffy e seus seguidores, a entropia ocorre em sistemas fechados, podendo ser evitada pelos sistemas abertos mediante a importação de energia (informação) do meio ambiente.

Conforme coloca Schrödinger, cada ser vivo sobrevive extraindo continuamente entropia negativa, isto é, ordem, de seu meio ambiente.
Enquanto são capazes de dissipar a entropia que geram a partir da importação de energia, esses organismos evitam a degeneração da morte (biológica).

Os conceitos que aqui emergem são os de sistema aberto, importação de energia e meio ambiente.
Esses três conceitos encontram-se inter-relacionados, principalmente na Teoria Geral dos Sistemas e em outras teorias de sistemas que nela se apoiaram e que foram desenvolvidas, conforme já apontado por discípulos e seguidores de Von Bertalanffy.

Alavancagem para interferir no sistema – Uma das pessoas que devemos citar quanto o assunto é alavancagem é a Donella H. Meadows.

Donella H. “Dana” Meadows nasceu em Illinois (EUA) no dia 13 de Março de 1941 e faleceu em Hanover, New Hampshire no dia 20 de fevereiro de 2001.
Foi uma cientista ambiental, professora e escritora co-autora do livro Os limites do crescimento, traduzido para mais de 28 idiomas, e tendo sido um best-seller mundial, influenciando o pensamento científico e social desde então.

Licenciou-se em química pelo Carleton College em 1963, e em 1968 obteve o doutoramento em Biofísica pela Universidade de Harvard, tendo mais tarde entrado no MIT como investigadora, onde trabalhou em estreita colaboração com Jay W. Forrester, o criador da dinâmica de sistemas, bem como o princípio de armazenamento de dados magnéticos para computadores. Desde 1972 que lecionou na Faculdade de Dartmouth, durante 29 anos.

Em 1972, enquanto trabalhava no MIT fez parte do grupo de pesquisa que criou o World3, um modelo computacional que simula as interações entre população, crescimento industrial, a produção de alimentos e os limites dos ecossistemas da Terra, a pedido do Clube de Roma, e cujos resultados foram a base para o livro Os limites do crescimento.

O livro teve impacto mundial, servindo como despertar de consciências para os perigos que o crescimento desenfreado causaria no panorama ambiental, e lançando as bases para o conceito atual de desenvolvimento sustentável.

Fundou, em 1981 o INRIC (International Network of Resource Information Centres – Rede Internacional de Centros de Informação de Recursos), apelidado de Batalon group, um processo global de parcerias e troca de informações entre o mundo acadêmico, investigadores e ativistas do desenvolvimento sustentável, sendo coordenadora do projeto por 18 anos.

Fundou igualmente o Instituto de Sustentabilidade, que combina a investigação sobre os sistemas globais com demonstrações práticas de vida sustentável, incluindo o desenvolvimento de “Ecovilas” e fazendas orgânicas.

Entre as suas principais obras, destacamos:

A) Donella H. Meadows, Jorgen Randers y Dennis L. Meadows Limits to Growth-The 30 year Update, 2004;

B) Dennis L. Meadows, Donella M. Meadows, Donella H. Meadows y Tzonis’ Toward Global Equilibrium: Collected Papers, Pegasus Communications, 1973;

C) Donella H. Meadows y J. M. Robinson, The Electronic Oracle: Computer Models and Social Decisions, John Wiley & Sons, 1985;

D) Donella H. Meadows, Global Citizen, Island Press, 1991;

E) Donella H. Meadows, Limits to Growth: A Report for the Club of Rome’s Project on the Predicament of Mankind, New American Library, 1977;

F) Donella H. Meadows, Beyond the limits : global collapse or a sustainable future, Earthscan Publications, 1992;

G) Dennis L. Meadows, Donella H. Meadows y Jorgen Randers, Beyond the Limits: Confronting Global Collapse, Envisioning a Sustainable Future, Chelsea Green Publishing, 1993;

H) Donella H. Meadows, John Richardson y Gerhart Bruckmann, Groping in the Dark: The First Decade of Global Modelling, John Wiley & Sons, 1982;

I) Michael J. Caduto, prólogo de Donella H. Meadows, Pond and Brook: A Guide to Nature in Freshwater Environments, University Press of New England, 1990.

Os pontos de alavancagem, publicado pela primeira vez em 1997, foram inspirados por sua participação em um North American Free Trade Agreement reunião (NAFTA) no início de 1990, onde ela percebeu que um grande novo sistema estava sendo proposto, mas os mecanismos para gerenciá-lo eram ineficazes.
Meadows, que trabalhavam na área de análise de sistemas , propôs uma escala de lugares para intervir em um sistema.

Consciência e manipulação destas alavancas é um aspecto da auto-organização e pode levar a inteligência coletiva.

Suas observações são frequentemente citados em economia de energia , economia verde e teoria do desenvolvimento humano.

Entre os pontos discutidos pela cientista Meadows, existem 12 que são fundamentais. Vamos demonstrar cada um nos tópicos abaixo.

Poder de transcender paradigmas – Paradigmas transcendendo pode ir além pressupostos fundamentais desafiadoras, para o reino de mudar os valores e prioridades que levam aos pressupostos, e ser capaz de escolher entre conjuntos de valores à vontade.

Muitos hoje vêm a natureza como um estoque de recursos a serem convertidos para propósito humano. Muitos nativos americanos vêm a natureza como um deus vivo, para ser amado, adorado, e viveu com estas visões são incompatíveis, mas talvez outro ponto de vista poderia incorporar os dois, juntamente com os outros.

Mindset ou paradigma de que o sistema – Seus objetivos, estrutura, regras, atrasos, parâmetros – surge a partir de um paradigma social é uma idéia, uma suposição não declarada compartilhado, ou um sistema de pensamento que é a base de estruturas sociais complexas.

Paradigmas são muito difíceis de mudar, mas não há limites para Paradigm mudança.

Meadows indica paradigmas pode ser alterado por várias vezes e de forma consistente apontando anomalias e falhas no paradigma atual para aqueles com mentes abertas.

Um paradigma atual é “A natureza é um estoque de recursos a serem convertidos para propósito humano”. O que poderia acontecer para o lago foram esta ideia colectiva mudou?

Objectivo do sistema – Alterar objetivos muda a cada item listado acima: parâmetros, loops de feedback, informação e auto-organização.
A decisão do conselho da cidade pode ser mudar o objetivo do lago do tornando-se uma instalação livre para uso público e privado, para uma mais turistas instalação orientada ou uma conservação área.

Essa mudança meta afetará vários dos pontos de alavancagem acima: informações sobre a qualidade da água irá tornar-se o castigo obrigatório e legal será definido para qualquer efluente ilegal.

Poder para adicionar, alterar, ou auto-organizar a estrutura do sistema – A auto-organização descreve a capacidade de um sistema para alterar-se com a criação de novas estruturas, adicionando novos loops de feedback negativo e positivo, promovendo novos fluxos de informação, ou fazendo novas regras.
Por exemplo, os microrganismos têm a capacidade de mudar não só para ajustar o seu novo ambiente poluído, mas também a sofrer uma evolução que os torna capazes de biodegradar ou bioacumulação poluentes químicos.

Esta capacidade de parte do sistema para participar no seu próprio eco-evolução é uma importante alavanca para a mudança.

Regras do sistema – As regras incluem como incentivos, punição, restrições e quem os faz. Por exemplo, um reforço da lei relacionadas com limites de liberação de produtos químicos, ou um aumento do valor do imposto para qualquer água contendo um determinado poluente, terá um efeito muito forte sobre a qualidade da água do lago.

Estrutura do fluxo de informação – O fluxo de informação não é nem um parâmetro, nem um loop reforçando ou diminuindo, mas um loop que fornece novas informações.

É mais barato e mais fácil de alterar os fluxos de informação que é para mudar a estrutura.

Por exemplo, um relatório público mensal de nível de poluição da água, especialmente nas proximidades da liberação industrial, poderia ter um monte de efeito sobre a opinião das pessoas em relação à indústria, e levar a mudanças no nível da água desperdício de poluição.

Ganho em torno de condução loops de feedback positivos – Uma reação positiva ciclo acelera um processo. Meadows indica que na maioria dos casos, é preferível a desacelerar um loop positivo, em vez de acelerar uma negativa.

A eutrofização de um lago é um circuito típico de feedback que vai selvagem. Em um lago eutrófico (que significa bem-nutrido), lotes de vida pode ser suportado (peixe incluído).

Um aumento de nutrientes vai levar a um aumento da produtividade, o crescimento de fitoplâncton primeiro, utilizando-se tanto quanto possível nutrientes, seguido pelo crescimento de zooplâncton , alimentando-se sobre os primeiros, e aumento das populações de peixes.
Os nutrientes mais disponíveis lá são, mais produtividade é aumentada. Como organismos de plâncton morre, eles caem no fundo do lago, onde sua matéria é degradado por decompositores.

No entanto, esta degradação utiliza-se disponível oxigênio, e na presença de grandes quantidades de matéria orgânica para se degradar, o meio torna-se progressivamente anóxica (não há mais oxigênio disponível).

Com o tempo, toda a vida dependente de oxigênio morre, e o lago torna-se um local anóxica malcheiroso onde nenhuma vida pode ser suportado (em particular nenhum peixe).

Força de loops de feedback negativo – Um feedback negativo loop de desacelera um processo, que tende a promover a estabilidade. O circuito manterá o estoque perto do gol, graças a parâmetros, precisão e velocidade de feedback de informação, e tamanho de corrigir os fluxos. Por exemplo, uma maneira de evitar o lago ficando cada vez mais poluídas pode ser através da criação de uma imposição suplementar na planta industrial com base em concentrações medidas do seu efluente.

Dizem que a gestão da fábrica tem de pagar para um fundo de gestão da água, em uma base semanal ou mensal, dependendo da quantidade real de resíduos encontrados no lago; eles vão, neste caso, receber um benefício direto não apenas de reduzir a sua produção de resíduos, mas, na verdade, reduzindo-o o suficiente para alcançar o efeito desejado de reduzir as concentrações no lago.

Eles não podem beneficiar de “fazer dano mais lentamente” – apenas a partir de realmente ajudando.

Se cortar as emissões, até zero, é insuficiente para permitir o lago para limpar naturalmente o desperdício, então eles ainda estarão no gancho para a limpeza. Este é semelhante ao sistema americano Superfund, e segue a amplamente aceito “poluidor-pagador”.

Corpo de atraso – As informações recebidas demasiado depressa ou demasiado tarde pode causar excesso ou hiporreflexia, até mesmo oscilações. Por exemplo, o conselho da cidade está considerando a construção da estação de tratamento de águas residuais.

No entanto, a planta vai demorar 5 anos para ser construído, e vai durar cerca de 30 anos.

O primeiro atraso impedirá que a água limpa entre dentro dos primeiros 5 anos, enquanto o segundo atraso tornará impossível para construir uma planta com exatamente a capacidade certa.

Estrutura de estoques de materiais e fluxos – Inclui as redes de transporte como sendo estruturas gerais da população. A estrutura do sistema pode ter um enorme efeito sobre as operações, mas pode ser difícil ou proibitivamente caro para mudar.

Flutuações, as limitações e os gargalos podem ser mais fáceis de resolver.

Por exemplo, os moradores estão preocupados com sua lago ficando poluído, como a indústria libera poluentes químicos diretamente na água sem qualquer tratamento prévio.

O sistema pode precisar da água utilizada para ser desviada para uma estação de tratamento de águas residuais , mas isso requer a reconstrução do sistema de água subterrânea usada (o que poderia ser muito caro).

Tamanho de tampões e outros stocks de estabilização – Um tampão de capacidade de estabilizar um sistema é importante quando a quantidade estoque é muito maior do que a quantidade potencial de entradas ou saídas. No lago, a água é o buffer: se há muito mais dele do que entrada/saída, o sistema permanece estável.

Por exemplo, os habitantes são preocupados com os peixes do lago que podem morrer como uma consequência da libertação de água quente diretamente no lago, sem qualquer arrefecimento prévio fora.

No entanto, a água do lago tem uma grande capacidade de calor, por isso é um forte tampão térmico.

Desde que a liberação é feita em profundidade suficiente baixa, sob a termoclina , e o volume do lago é grande o suficiente, a capacidade tampão da água pode prevenir qualquer extinção do excesso de temperatura.

Buffers pode melhorar um sistema, mas muitas vezes são entidades físicas, cujo tamanho é crítico e não pode ser alterado facilmente.

Constantes, parâmetros, tais como números – Os parâmetros são pontos de menor efeito de alavanca. Embora sejam mais claramente percebida entre todas as alavancas, eles raramente mudam comportamentos e, portanto, tem pouco efeito a longo prazo.

Por exemplo, parâmetros climáticos não podem ser alteradas facilmente (a quantidade de chuva, a evaporação, a temperatura da água), mas eles são os que as pessoas pensam de primeira.

Estes parâmetros são de fato muito importante. Mas mesmo se alterado, eles não vão mudar o comportamento padrão.

Modelagem ponto-alavancagem (LPM) – É uma abordagem demonstrada por um melhor planeamento e despesa para as atividades de operações e o suporte (S & S).

LPM é uma simulação técnica contínua que utiliza a dinâmica do sistema na abordagem da construção de modelos. Dr. Nathaniel Mass defendeu o potencial da LPM, e adaptou-o para o Departamento de Defesa dos EUA (DoD) como uma ferramenta para saltar para uma curva de desempenho superior como forma de compensar os custos mais elevados e declinando orçamentos.

O objetivo da LPM é testar políticas e investimentos que melhoram a capacidade de missão para um dado nível de investimento ou financiamento. Ela é utilizada principalmente para avaliar os investimentos em componente confiabilidade e disponibilidade de peças.

Departamento de Defesa dos EUA (DoD) e a LPM – O DoD está se movendo em direção a um foco de estratégia e contratação baseada no desempenho como o plano de sistemas de armas sustentação preferido. Assim, agilizando mecanismos de contratação e financiamento a fim de comprar disponibilidade e prontidão medido por critérios de desempenho. O Desempenho Baseado em estratégia de Logística (PBL) é aplicada para alcançar melhorias de curto prazo em sustentação da disponibilidade de material e gerenciamento total de sistemas no ciclo de vida (TLCSM) por meio de parcerias público-privadas que combinam melhores capacidades práticas da indústria e a orgânica de apoio & suporte.

Modelos ponto de alavancagem podem ilustrar onde as pequenas diferenças de pensamento operacionais podem fazer um grande impacto no custo. Também a disponibilidade ou a produtividade.

No contexto DoD, estes modelos são construídos com uma perspectiva que torna claro o propósito, e enfatiza variáveis tais como as acumulações de produtos finais e dos componentes em estados de reparação e degradação.

O LPM identifica pontos de alavancagem de alto nível como o investimento confiabilidade, disponibilidade de peças melhoradas, e os investimentos em diagnóstico/teste.

Resultados de LPM podem serem usados para apoiarem Programa Memorando Objetivo (POM) ou Redução de Propriedade Total de Custos e Esforços (R-TOC).

Abordagem de modelagem – Modelos de pontos de alavancagens são tipicamente expressos através de equações diferenciais que refletem análises com base nas dinâmicas do sistema, focando em como variáveis importantes de um sistema interagem para produzir o comportamento de um sistema ao longo do tempo.

Dinâmica de Sistemas é a ferramenta usada para a análise de problemas dinâmicos onde há mudança no sistema ao longo do tempo. As variáveis importantes interagem para gerar a dinâmica da capacidade de missão, custo e outras variáveis do sistema.

Há três elementos do método da dinâmica do sistema que o diferenciam de outros métodos de modelação. Em primeiro lugar, é necessário explicar por que um sistema muda ao longo do tempo em vez de porque um sistema está em um estado particular em um ponto no tempo.

Por exemplo, a análise estatística poderia ser muito útil para a compreensão dos fatores que foram correlacionados com a capacidade de missão em um determinado ano.

A Dinâmica de Sistemas poderia ser útil nas relações entender que causou capacidade de missão (MC) a mudar ao longo dos últimos 5 anos.  Em segundo lugar, o método tem uma visão ampla dos fatores que causam alterações em MC em oposição a uma vista microscópica mais detalhada. Uma maneira de analisar MC é focar os fatores tecnológicos detalhadas que levam os componentes a falharem. Isso envolveria a análise da causa principal e, talvez, o projeto de experimentos.

Uma perspectiva dinâmica complementar da LPM/sistema, considera como os subsistemas principais de uma cadeia de fornecimento interagem para afetar a MC.

A vista alargada é importante para prever efeitos colaterais imprevistos em contrário. Muitas vezes, os benefícios de investimentos produtivos em uma parte de um sistema pode ser anulado por reações negativas imprevistas, ou resultados desonestos, para os investimentos em outra parte do sistema. A Modelagem dinâmica do sistema foi mostrada para fornecer algum aviso antecipado de consequências não intencionais.

A perspectiva dinâmica do sistema tem implicações importantes para o tipo de detalhe incluído no modelo.

Outros métodos de modelagem, por exemplo simulação de eventos discretos, geralmente envolvem muitos detalhes complexos, onde a LPM se concentra em um número relativamente pequeno de componentes principais que são responsáveis pela maioria das falhas do item final, mas inclui uma grande quantidade de complexidade dinâmica modelando as interações entre os vários subsistemas.

Dinâmica e detalhes de complexidade são importantes para entender, mas geralmente são melhor abordados através de diferentes métodos de modelagem.
Em terceiro lugar, o método de Dinâmica de Sistemas, ao contrário de outras abordagens de modelagem, mostra as relações de feedback recíprocas entre variáveis em vez de causalidade simples e unidirecional.

A maioria dos modelos estatísticos são baseados em relação maneira causal em um conjunto de variáveis independentes e uma variável dependente.
Por exemplo, as falhas de componentes poderiam serem correlacionadas com diversas condições na linha de produção. Modelos da Dinâmica de Sistemas, tais como aqueles subjacentes LPM. Incluem duas causalidades de maneira pela qual uma variável “a” tem um efeito causal sobre a variável “b” e que “b” realimenta e afeta “a”.

Por exemplo: Falhas de um item final pode reduzir o número de horas de voo disponíveis dos aviões. Ao diminuir a quantidade de horas de voo de uma frota, automaticamente, isso aumenta o número exigido de horas de voo por plano que aumenta as falhas no produto final.

A interação entre as falhas e as horas de voo cria uma relação de autoreforço que é chamado um circuito de retroalimentação positiva ou loops de feedback positivos. Também são conhecidos como círculos viciosos ou virtuosos.

Determinando a alavancagem – Alavancagem é encontrada durante a análise dos resultados da modelagem, explorando os comportamentos positivos ou negativos na procura de fontes de pressão e desequilíbrio que causam as mudanças das coisas, e determinando as alterações na estrutura, fazendo com que toda essa estrutura deja melhorada e os acontecimentos ruins tornem-se menos frequentes.

Cada estrutura (modelo) representa uma lógica que determina o seu comportamento, e os eventos são instantâneos desse comportamento.

Evento é uma ocorrência ou acontecimento de importância para a nossa compreensão do comportamento do sistema complexo.

Padrão de comportamento é algo que conecta juntos uma longa série de eventos ao longo do tempo. Estrutura é o conjunto de interconexões físicas e de informação que geram comportamento.

Na linguagem da dinâmica do sistema, variáveis de sistemas importantes são representados como loops de stocks, fluxos e feedback.

Estoques são os pontos de acumulações em um sistema. Exemplo simples de ações são a água que se acumula em uma banheira, acúmulos de estoque de produtos, ou dinheiro que se acumula em uma conta bancária.

Stocks são medidos em unidades tais como galões, itens ou valores em moeda corrente.

Fluxos são as variáveis que aumentam ou diminuem de armazenagem. O fluxo para dentro da banheira é a água que flui através da torneira, enquanto o fluxo de saída é a água que flui para o ralo.

O influxo para o inventário é a produção enquanto a saída é embarque. Fluxos são medidos em unidades por hora, como galões por minuto, itens por mês, ou de dólares por ano.

Interagindo estoques e fluxos gerar o comportamento dinâmico de métricas como MC e custo.

Descobrindo pontos de alavancagem nos envolvemos com o feedback de compreensão em loops e saua variáveis

São usadas as variáveis de ligação, ou fatores, que causam comportamento em outras variáveis.

Loops de feedback são autoreforço ou meta-busca.

A Síntese de cursos melhoradas de uma ação que surge de mitigar os ruins (círculos viciosos) cria uma realimentação de autoreforço em laços, explorando as boas e meta-buscas em loops de feedback, e de forma interativa otimizando todos.

Geralmente usando simulações dirigidas por parâmetros nos modelos de pontos de alavancagens, devemos realizar essa capacidade de simulação em ferramentas de software que seguem as convenções dinâmicas brave do sistema.

Estas convenções são para capturar um modelo de estrutura e anexar relações algébricas para todas as variáveis que aparecem em um diagrama, incluindo espaço de tempo e etapas.

Sobre o autor

JOÃO LUIS GREGORIO E SILVA Nascido em Recife. Especialista em Planejamento e Gestão Organizacional (UPE), Graduado em Gestão de Negócios (UniFBV), Especializando em Engenharia de Software (FAMEESP), Técnico em Informática (Unibratec). Funcionário da Secretária de Administração de Pernambuco e Consultor nas áreas de negócios e implantação de T.I. Autor de alguns livros, entre eles: Arquitetura em nuvem (Ed. Amazon DKP/EUA/ISBN 979-8639064012); Matemática Financeira Fundamental (Ed. Amazon DKP/EUA/ISBN 979-8639411632); Contabilidade e gestão para executivos (Ed. Clube de Autores/Brasil); Economia fundamental (Ed. Clube de Autores/Brasil).Contato: [email protected]

 

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