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REDE GLOBO DE TELEVISÃO – 56 anos de amor, paixão e ódio com os brasileiros.

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Em abril, a Rede Globo de televisão completa 56 nos lares dos brasileiros. Sendo a segunda maior emissora do mundo, a maior emissora do Brasil e de todo hemisfério Sul e oriental, ela cultiva uma relação de amor, ódio e paixão com os brasileiros.

Fundada em 26 de abril de 1965, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), pelo jornalista Roberto Marinho, a emissora carioca cobre 99% de todo território brasileiro.

Tem a melhor qualidade de imagem, produz superproduções e é a líder mundial em novelas (A Televisa produz mais, mas vende menos), a emissora carioca tem hoje o melhor jornalismo do país, melhor até que os padrões norte-americanos. Mas será que o jornalismo da emissora carioca é mesmo tão imparcial assim? Muitos acham que não. Ora agrada políticos da direita, ora agrada políticos da esquerda e segue assim, sendo amada e odiada ao mesmo tempo.

A Rede Globo orgulha o Brasil por levar nossa cultura para outros países e mostrar que o nosso “torrão natal” tem, também, um meio de comunicação tão desenvolvido quanto os dos países ricos do mundo.

A Rede Globo possui a maior fábrica de novelas do mundo, o Projac. Este centro, é onde é feito as novelas e programas da Rede Globo, é o maior do mundo em seu segmento e em sua área.

Na teledramaturgia a emissora paulista é líder mundial, suas novelas são assistidas em vários países do mundo, inclusive os EUA e Europa. Em Portugal, as novelas da Globo são as mais vistas naquele país.

A Globo foi pioneira em jornalismo ao criar o primeiro Jornal Nacional do país em 1 de setembro de 1969 sob o comando de Hilton Gomes e Cid Moreira.

Hoje, o Jornal Nacional sob o comando de William Bonner e Renata Vasconcellos, ainda se mantem campeão de audiência.

E assim vai vivendo o casamento da Rede Globo com os brasileiros, numa relação de amor e ódio que compreende-se numa correspondência e numa identificação entre esses dois elementos. Odeia-se algo que, de algum modo, se considera, admira ou que já tenha sido produto de uma relação amorosa anteriormente de forma mais objetiva. Nesse caso, ao odiar algo a ponto de se pronunciar apaixonadamente em repressão a este objeto, acaba-se por sinalizar a existência de um vínculo de identificação com o mesmo, como uma espécie de inveja por não ter, por sua vez, uma relação estreita de envolvimento com ele ou a coragem de realizar aquilo que enfaticamente se critica neste objeto odiado. A Rede Globo segue assim, sendo amada, sendo odiada e sendo a segunda maior emissora do mundo e a maior emissora do Brasil.

Família Marinho
Família Marinho (acionistas Rede Globo)
1 comentário
  1. JOÃO LUIS GREGORIO E SILVA Diz

    A Rede Globo está comumente sendo chamada de GloboLixo. Claro, uma estrutura que hoje existe apenas para destruir a nação. Por motivos particulares, a Globo passa por cima do ponto primordial do jornalismo: Imparcialidade. Assim, ela promove a desestruturação das forças governamentais em dentrimento ao seu sustento e continuídade. Afinal, são Bilhões em impostos atrasados e a falta de patocínio federal para a família Marinho. Não assisto essa emissora. E fico triste, de que a mais poderosa empresa de mídia da nação, não use a seua estrutura para o bom jornalismo e a distribuição da verdade!

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