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Você sabe de onde e como veem os recursos do Caixa Escolar? – Por Thiago V. Braga

Thiago V. Braga.
Thiago V. Braga.

Dispêndio

Já não é sem tempo considerarmos o Caixa Escolar instalado nas unidades de ensino público como ‘algo que não pode nem deve faltar’. Sem ela não há como receber recursos financeiros advindos FNDE [Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação]. É uma exigência do MEC que prevê o repasse daquilo que é destinado exclusivamente para a pasta, incluindo atividades multidisciplinares (visitas, passeios, rodas de leitura, ciclo de palestras, gincanas, jogos, competições, etc..)

Em outras palavras atende, de forma desinibida, ao processo ensino-aprendizado. Garante transferência nas contas [líquido e certo] a fim de não haver gastos fora do permitido – dinheiro empregado de forma responsável – podendo uma vez ou outra sobrar para o mês seguinte. Importante é saber gerir esses ganhos para manter uma escola de portas abertas, sem perder de vista o nível de qualidade, tido como fator de excelência. Segredo? Sim, o bom funcionamento da unidade de ensino, apta a acolher alunos/professores/colaboradores e.. Oferecer infraestrutura adequada aos seus assistidos. Tudo isso influência no dia-a-dia dos ‘envolvidos’, de segunda à sexta e datas excepcionais.

Percebe-se aí algumas manutenções tipo ‘forro novo’, lavatório, ventiladores, bebedouro elétrico, ‘troca de lâmpadas’, compra de giz (mercadoria avulsa), reinstalação do relógio de luz, exaustor, dentre outros. Uma lista bastante extensa, quanto sublinhadas as suas necessidades de primeira hora. Citamos estes, como meros exemplos de ‘coisas e coisas’ que favorecem o seu pleno funcionamento ‘ali onde está’. O ambiente requer zelo, mão de obra e esmero. A receita não é pequena, como pequena não deve de ser a visão do gestor. O diretor da escola, nada mais é, que o condutor dos trabalhos pedagógicas e sociais, tutelado pelos interesses da comunidade interna [respeitando decisões tomadas em colegiado].

O próprio cidadão, pai de aluno ou não, pode assumir o papel agente fiscalizador.

A escola é de todos e para todos.

Errata: A merenda precisa de ser adquirida por meio de licitação, ou seja, rateio de preços dos produtos alimentícios feito no comércio local. Isso serve também para produtos de limpeza e higiene pessoal, incluídos no carrinho.

Sobre autor :

Thiago Valeriano Braga É formado em Direito pela FMU; Ex-aluno do curso ‘Técnicas de Persuasão’ pela Escola Superior de Publicidade e Marketing (ESPM-Vila Mariana); Membro da Academia de Artes, Letras e Ciências da Ilha do Paquetá (Rio de Janeiro-RJ); Membro da Academia Imperatrizense de Letras (Imperatriz-Ma)

 

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