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A feirinha do Bairro Brasil cresceu em fama e tamanho – Por Thiago V Braga

Thiago V. Braga.
Thiago V. Braga.

Silhueta

-“Tudo o que procura acha” disse alguém para um outro alguém. Será mesmo?! Talvez sim. A boa procura, na maioria das vezes traz ou afasta aquilo que queremos numa espécie de ‘joguinho sem graça’. Falemos, agora, da feira, a tão falada feira do Bairro Brasil, em Vitória da Conquista-Ba. Para os moradores dali, pouco ou nada devemos explicar acerca da sua presença incontestável . ‘Feirona’ de encher os olhos e o paladar do bom homem ou da boa mulher quando se deparam com os vilões da culinária brasileira. De que forma? Posta e exposta à gosto do freguês em trabalho minudente de escolha entre ‘o melhor e o mais fresquinho’.

Lá o freguês não precisa agradar ninguém. Ele é agradado. Como? Com pequena à média leva de frutas, verduras, legumes, frios e pescados. Regalo vindo da roça! Tem até ‘atum’ vindo do sul! Coisa que, para quem durante anos frequenta o lugar, já não é ou deixou de ser novidade. Dentre um e outro segredo ‘já desvendado’, hei de encontrar guloseimas e pratos típicos da região do vale São Francisco. Uma completa variedade de doces, temperos (com ou sem pimenta), remédio do mato… É preciso se arrastar para poder transitar pelo beco apertado que divide espaço com esta ou aquela barranca ‘fazendo mais volume que a outra’ na extensão da feira livre. Os vendedores possuem aval da prefeitura no que diz respeito ao pagamento [adimplemento de obrigação] da taxa de ocupação de solo.

Feira - Melancias
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Citamos, de início, a parte alimentícia, por ser ‘bem servida’, de tudo e para tudo, exibindo expressivo número de iguarias. O que dizermos do vistoso couve-flor? Da cenoura gigante, da ‘cebolona’, do coco, da maçã pérola, do ‘brioso’ tomate italiano, das sacas de feijão rompendo a boca?! Gente daqui, gente de lá, no sobe e desce incomum nos dias de movimento. Por fora, se acha produtos do tipo eletroeletrônico, ferragens, rolos de fumo (natural), peças de tecidos, vassouras, perucas, brinquedos, bijuterias, dentre outros. Não necessariamente na feira mas no entorno dela: lojas, empórios, magazines. O zum-zum-zum é grande. Trânsito de veículos principalmente sentido Avenida Brumado, via de acesso para bairros da circunvizinhança urbana. Haja vista sua ótima localização geográfica: fica a caminho do centro, donde algumas linhas de ônibus, Rubi, trafegam, no leva e trás de passageiros.

O colega boa praça, por certo, divide da mesma experiência com os seus. Isto em relação aos feirantes e camelôs que ganham a vida no afã de colocarem comida na mesa. Conquista é bastante popular pela sua vasta cadeia de produção e comércio extra: alimentos, rouparia, calçados, serviços gráficos, embalagens plásticas, fabricação de tijolos e lajes e tanques por encomenda. A dita feira do Bairro Brasil é apenas um, dos vários pontos de venda espalhados pela cidade, matiz do crescimento acelerado nos últimos anos.

Sobre autor :

Thiago Valeriano Braga É formado em Direito pela FMU; Ex-aluno do curso ‘Técnicas de Persuasão’ pela Escola Superior de Publicidade e Marketing (ESPM-Vila Mariana); Membro da Academia de Artes, Letras e Ciências da Ilha do Paquetá (Rio de Janeiro-RJ); Membro da Academia Imperatrizense de Letras (Imperatriz-Ma)

 

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