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Zé Queiroz critica data contra Intolerância Política relacionada a Bolsonaro

“Não podemos ter como símbolo de um assunto tão importante uma pessoa que é intolerante com as instituições, as mulheres e os opositores.”

Zé Queiroz - ex-prefeito de Caruaru - Foto Roberto Soares
Zé Queiroz (ex-prefeito de Caruaru) – Foto Roberto Soares

Em discurso no Pequeno Expediente desta quinta (10), o deputado José Queiroz (PDT) questionou o conteúdo do Projeto de Lei nº 1943/2020, que cria o Dia Estadual contra a Intolerância Política. Apesar de considerar importante que se jogue luz sobre o tema, ele discorda da data escolhida pelo autor da matéria, o deputado Alberto Feitosa (PSC).

Conforme o texto, a comemoração deveria coincidir com o dia (6 de setembro) em que o presidente Jair Bolsonaro sofreu um atentado à faca na cidade de Juiz de Fora (MG), durante a campanha presidencial de 2018. “Não entendo como podemos ter como símbolo de um assunto tão importante uma pessoa que é intolerante com as instituições, as mulheres e os opositores”, pontuou Queiroz.

O pedetista informou que, por essa razão, abriu mão de relatar a proposta na Comissão de Administração Pública. Disse ainda ter procurado o autor do projeto a fim de encontrar uma data alternativa. “Vou acabar votando contra a proposição porque não representa o anseio democrático desta Casa”, anunciou.

Covid-19

José Queiroz voltou a criticar a gestão do Governo Federal com relação à pandemia, ressaltando o atraso na distribuição de vacinas pelo País. Além disso, comentou as medidas mais rígidas de isolamento impostas pelo Estado ao Agreste. “A crise na região está muito séria, mas pude perceber que a Feira da Sulanca voltará a acontecer normalmente na próxima segunda (14)”, observou.

 

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