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A fábula do livro didático nas séries iniciais: criança feliz aprende mais e melhor

Por Thiago V. Braga

Thiago V. Braga.
Thiago V. Braga.

“Tenha sempre um livro ao alcance do seu tempo”

<Quem lê voa, voa com as asas da própria imaginação>

De há muito enxergo na leitura uma porta entre-aberta para o mundo da magia. Este pode ou não acontecer de acordo a nossa vontade, lançada no tempo presente. Eis a varinha de condão! Transforma a realidade num único toque, o toque do ‘pode tudo’, reconstruindo cada sonho, conquista, anseio, certeza, desejo, proeza (…) Agrado-mimo por demais precioso para quem aceita tê-lo como amuleto da sorte. A criança se sente convidada a saborear os prazeres da leiturinha-amiga☆. Nada é em vão! Um passo após o outro e de repente: sábia aprendizagem com viés artístico.

Cada livro guarda algo diferente, pedindo para ser lido ou folheado, numa espécie de bandeja à serviço do pequeno-grande aluno. Aponta-nos caminhos e descaminhos unidos pelo horizonte-azul do pensamento furtivo. Brincadeira em forma de arte. Você, leitor (a), tem nas suas mãos uma caixinha de surpresas multicor. Toda essa, esculpida pelo mesmo carpinteiro que fez/fabricou o Pinóquio dos contos de fada. Show de infantilidade♡. Leia, leia, no afã de adquirir novo vocabulário e outras benesses tiradas dos textos vistos/definidos/compreendidos. Saiba reconhecer o peso de um livreto. Surpreenda-se.

O pequerrucho há de se apegar ao novo presente! É salutar trazê-lo para a realidade através de dicas, conselhos não imperativos, incentivo, auxílio na hora certa. Efeito prático-sonoro da interpretação ‘já vista’ por meios e modos seguramente aceitos pelos jovenzinhos. Por esse e outros motivos, o jardim de infância, redesenha o período do ganhar, do ter, do ser, do ver, do saber um tantinho mais. Quem já foi criança um dia?! Pois é. Tudo começa ou parece começar naquele espaço cheio de curiosidades absorvidas ao longo da semana que custa em passar. Obedece à uma certa ordem-relógio pouco apresentada entre seus pares. É rigorosa, feia e rabugenta.

O livro, embora pequeno, cede espaço para a grandeza do universo. Universo que fala, canta, anda, dá piruetas, sorri, paquera, suspira, oferece ajuda e quer ser ajudado. Suas páginas letradas resumem ideias jogadas ao vento. Uma biblioteca esconde ou desvenda mistérios místicos! Textos e imagens se confundem numa viagem encantada rumo à ‘coisa nenhuma’. Toda gente deve experimentar tamanha aventura! Assim, conhecê-la-á por uma bela quimera☆. Tal é o prazer extraído da boa leitura. O público mirim precisa viver essa experiência lúdica. Criatividade sim, ideias pré-fabricadas não.

Lembre-se: o conhecimento-aprendizado não tem fronteiras!

 

 

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Thiago Valeriano Braga É Formado em Direito pela Faculdades Metropolitanas Unidas; ex-aluno da Rede Claretiano de Ensino; colaborador do projeto Emancipá da Faculdade Guilherme Guimbala [Joinville-SC][/su_box]

 

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