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Polícia desativa rinha de galo no Maria Auxiliadora

rinha de galo no Maria Auxiliadora

Policiais militares do 1º Batalhão Integrado Especializado (BIEsp) desativaram uma rinha de galos em Caruaru, no Agreste de Pernambuco, nesse domingo (10).

 

A corporação recebeu denúncia sobre maus-tratos a animais e perturbação do sossego na rua Erasmo Xavier de Morais, no bairro de Maria Auxiliadora.

 

No local, os militares visualizaram, através de uma abertura na porta, dois galos brigando e pessoas assistindo ao redor.

 

Os policiais bateram na porta e solicitaram a presença do responsável pelo lugar. Nesse momento, havia 27 animas no lugar.

 

O proprietário do espaço foi conduzido para a Delegacia de Plantão, para a tomada das providências cabíveis.

Maus-tratos, agressão, crueldade e morte. Por que a rinha de galo tem apoiadores até hoje?

 

As rinhas ou lutas ou brigas de galo são para alguns consideradas um “esporte’, e para outros, ainda mais cínicos e cruéis, “uma manifestação cultural”.

 

O fato é que sua prática no Brasil é antiga, remontando sua existência desde o período colonial.

 

Mas o que está por traz dessa prática?

 

A resposta é simples. O dinheiro.

 

O que diz a Lei

 

Organizar ou participar de rinha é crime ambiental, definido no artigo 32 da Lei Federal nº 9.605/98 que diz:

 

“praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos”. Pena, detenção, de três meses a um ano, e multa. A pena será aumentada em caso de morte do animal.

 

Constituição Federal, como nossa Carta Maior, também declara como dever e obrigação de todos a proteção da fauna e a flora, e não submeter os animais a crueldade, através do art. 225, §1º, VII.

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