Notícias de Caruaru e Região

CONHEÇA OS CURTAS-METRAGENS SELECIONADOS PARA O 16º FEST ARUANDA

festival de Aruanda

Foram anunciados, os curtas-metragens paraibanos selecionados para a mostra competitiva Sob o Céu Nordestino e os curtas selecionados para a Mostra

Competitiva Nacional da 16ª edição do Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro, que acontecerá entre os dias 9 e 15 de dezembro, em João Pessoa.
Em comunicado, Lucio Vilar, fundador e produtor executivo do festival, disse: “Mais uma vez o evento reconhece e valoriza a chamada prata da casa, não exatamente por generosidade, mas pelo mérito, sobretudo. É a afirmação da produção curtametragista paraibana que, esse ano, já conquistou importantes prêmios em Gramado e outros festivais. Um ano depois, diretores, produtores e elencos terão, de volta, o calor e o aplauso do público com o Fest Aruanda presencial, na telona fantástica da sala 9 do Cinépolis. Aruandar é preciso!”.

Segundo Amilton Pinheiro, que forma o comitê de seleção de curtas-metragens junto com Vilar: “Vale salientar a interiorização dos filmes; quatro foram feitos no interior e quatro na capital. Com temáticas diversas, filmes de gênero, racial, feminismos, que resgatam os artesãos, entre outros temas. Uma seleção que deve gerar debates, discussões e vão ser vistos pelo público”.

Neste ano, o evento volta ao formato presencial, com exibições gratuitas na rede Cinépolis do Manaíra Shopping, mas também contará com sua programação virtual através da plataforma Aruanda Play.

CURTAS PARAIBANOS SELECIONADOS PARA A MOSTRA COMPETITIVA SOB O CÉU NORDESTINO:

• Adarrum, de Thomas de Freitas (Ficção). João Pessoa/PB (2020). Sinopse: Ritmo apressado, forte, contínuo, marcado unissonamente pelo agogô e por todos os atabaques, e com que, segundo a crença dos negros malês, se pode evocar qualquer santo.

• Boyzin, de R.B. Lima (Ficção). João Pessoa/PB (2021). Sinopse: Durante uma noite comum dançando brega funk com os amigos, um rapaz de 19 anos conhece um homem mais velho que lhe promete uma vida melhor em troca de sexo e companhia.

• Flor no Quintal, de Mercicleide Ramos (Animação). João Pessoa/PB (2021). Sinopse: Flor no Quintal conta a história de Anêmona, uma menina de 8 anos que vive em um pequeno sítio. Desde que nasceu espera ansiosa realizar o sonho de ter cabelos. Insatisfeita com sua aparência começa a viver triste e sozinha. Até que um dia, um encontro inesperado com uma flor no quintal a faz acreditar que seu desejo será realizado. Mais antes, terá que plantar a flor que ela acredita ter poderes mágicos. Com ajuda de Ariana, cabra do sítio e única amiga, a garota encontra forças para ir à luta.

• Incúria, de Tiago A. Neves (Ficção). Cabedelo/PB (2021). Sinopse: A inquietude de uma filha pela ausência do pai inicia uma incúria familiar.

• Noite no Sítio, de Lucas Machado (Ficção). Bananeiras/PB (2021). Sinopse: Dois irmãos viajam à casa do avô e acabam levando um baita susto após o terem desobedecido.

• O Que os Machos Querem, de Ana Dinniz (Ficção). João Pessoa/PB (2021). Sinopse: Na afiada ponta da faca, uma receita de picado que não está em nenhum livro de culinária.

• Tecendo Histórias, de Diego Pontes (Documentário). Boqueirão/PB (2021). Sinopse: O filme retrata a história de seu Geronaldo Vieira, morador do Sítio Taboado de Cima, na cidade de Boqueirão, interior da Paraíba. Seu Geronaldo é um tecelão de 54 anos que ainda mantém viva a tradição da utilização de teares manuais na confecção de redes e tapetes. Há alguns anos atrás, mais de 50 famílias da região trabalhavam nesse segmento. Hoje não passam de 6. Algumas mudaram para os teares elétricos, mas a grande maioria não deu continuidade a essa tradição.

• Terra Vermelha, de Allan Marcus e Leonardo Gonçalves (Ficção). Alagoa Grande/PB (2021). Sinopse: Do pesadelo real de uma pandemia global para o lar ancestral de barro. O sonho do homem rural resiste no país da desigualdade e do descaso.

CURTAS SELECIONADOS PARA MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL:

• “Animais na Pista” de Otto Cabral (Ficção). João Pessoa/PB (2021). Sinopse: Um acidente de percurso pode dizer muito a respeito da humanidade.

• “Aurora – A Rua Que Queria Ser um Rio” de Radhi Meron (Animação). São Paulo/SP (2021). – Sinopse: Se as ruas pudessem falar, o que diriam? Aurora é uma triste e solitária rua de uma grande cidade. Em um dia de chuva forte, ela relembra sua trajetória e sonha com o futuro e se pergunta: é possível uma rua morrer?

• “Cabidela´s Bar” de Tadeu de Brito (Ficção). João Pessoa/PB (2021). – Sinopse: Travessias para chegar em lugares que estão dentro da gente, para Miguel encontrar seu pai é uma travessia feita entre memórias, sangue e amor.

• “Coleção Preciosa” de Rayssa Coelho e Filipe Gama (Documentário). Vitória da Conquista/BA (2021). Sinopse: Vivendo na cidade baiana de Vitória da Conquista, o técnico em refrigeração Ferdinand Willi Flick dedicou mais de cinco décadas a cultivar sua grande paixão: o cinema. A relação entre Flick e a sétima arte resultou em uma impressionante coleção de itens de cinema, que ele chamava de “Coleção Preciosa”.

• “Ele Tem Saudade” de João Campos (Ficção). Brasília/DF (2021). – Sinopse: Murros na porta. A espera da ligação da irmã. Em um futuro próximo, a falta de ar, dois desconhecidos e o vírus de um Estado opressor.

• “Entre Muros” de Gleison Mota (Ficção). Feira de Santana/BA (2021). – Sinopse: Em suas férias escolar, José é levado por sua mãe para ajudar nas tarefas domésticas no condomínio de luxo. Cercado pelos grandes muros, José quer brincar de bola na parte externa.

• “Foi Um Tempo de Poesia” de Petrus Cariry (Documentário). Fortaleza/CE (2021). – Sinopse: A partir de um material filmado em Super-8, o poeta Patativa do Assaré nos conta sobre sua vida e obra. O documentário é narrado pelo diretor Petrus Cariry, lançando um olhar afetivo sobre o seu padrinho Patativa do Assaré. Quando o fim se aproxima, o que fica são as memórias que você deixa no outro.

• “Hortelã” de Thiago Furtado (Ficção). Terezina/PI (2021). – Sinopse: Uma história sobre afetos e atravessamentos. Quando o relacionamento de Luís e Alexandre chega ao fim, vem à tona o fato de que Dinha, doméstica que cuida de Luís desde pequeno é avó de Alexandre. Encarando preconceitos, relações familiares e trabalhistas, o filme traz um debate universal.

• “Inventário do Corpo” de Alini Guimarães e Jonathan Bào (Documentário). São Paulo/SP (2021). – Sinopse: Num híbrido de documentário e videoarte, Inventário do Corpo propõe o resgate das memórias familiares de uma mulher negra, que marcada pela miscigenação, busca reconstruir a sua identidade em diáspora.

• “O Pato” de Antônio Galdino (Ficção). Alagoa Grande/PB (2021). – Sinopse: O Pato, conta a história de Cida (Norma Goes), uma mulher que decide acabar com o ciclo de violência em sua casa, e ser um exemplo para sua filha, Fia (Ana Julia).

• “Sideral” de Carlos Segundo (Ficção). Natal/RN (2021). – Sinopse: Na Base Aérea de Natal, o Brasil se prepara para lançar o primeiro foguete tripulado para o espaço. Este dia histórico afeta a vida de Marcela, Marcos e seus dois filhos. Ela é faxineira e ele, mecânico, mas ela sonha com outros horizontes…

• “Yabá” de Rodrigo Sena (Ficção). Natal/RN (2021). – Sinopse: Numa aldeia de pescadores cujos antepassados vieram da África, escravizados, permanecem antigas crenças e cultos ancestrais. Neide (Jari Nass) é uma antiga moradora em busca de saídas para salvar seu negócio, ameaçado pela diminuição dos peixes devido ao derramamento de óleo na região. As relações entre as antigas formas de trabalho pesqueiro e suas crenças são contrastadas com a necessidade de trabalho coletivo

Para mais informações, acesse https://festaruanda.com.br/


Mary Queiroz

Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado.

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.