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Rebelião no PDT após partido votar favorável a Bolsonaro.

Foto ilustração: Reunião do Diretório Nacional do PDT em Brasília (DF) - 21/01/2016 Foto (Pedro Ladeira/Folhapress)
Foto (Pedro Ladeira/Folhapress)

 

A cúpula do PDT consentiu com o voto favorável de deputados do partido à PEC (proposta de emenda à Constituição) dos Precatórios. O partido deu 15 votos favoráveis à proposta. Outra sigla da esquerda, o PSB, também teve setores apoiando o projeto, mas em proporção menor –10 votos. O texto foi aprovado com 312 apoios, só quatro a mais que os 308 necessários. A aprovação causou revolta das siglas de esquerda contra o PDT, e inclusive entre deputados do próprio partido.

 

A decisão de Ciro Gomes de suspender a candidatura à Presidência depois que a maioria da bancada do PDT votou a favor da PEC dos precatórios foi interpretada no meio político como uma estratégia para fugir do desgaste ou até mesmo jogar a toalha. O fato, porém, é que o ultimato estabelecido por Ciro provocou uma crise nas fileiras do partido, que já fala em “autoflagelo”, e pode obrigar integrantes da bancada do PDT a mudar de rumo no segundo turno de votação da proposta, marcada para a próxima terça-feira. Se a guinada não ocorrer, no entanto, Ciro ameaça mesmo desistir da disputa.

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